AO TEÓLOGO ESCRITOR

Nossa homenagem aos talentosos teólogos escritores, que falam com as mãos as vivas pronúncias que enriquece-nos de sabedoria e ecoam em nossos sentidos, o conhecimento do Eterno e Autor de toda ciência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falo como quem vive entre livros e mapas, entre pensamentos e afetos. Sou teólogo por vocação, filósofo por inquietação, geógrafo por fascínio ao espaço humano, e pedagogo por paixão ao despertar de consciências. E talvez seja por esse entrelaçamento de saberes que minha alma arde quando vejo, nas entrelinhas da história, um inimigo que se disfarça de bem coletivo, mas que sempre que se instala, planta a morte da liberdade — inclusive, e principalmente, a liberdade de crer.

 

O comunismo não odeia a fé por acaso. Ele a teme. Teme o altar que não é o palanque. Teme o Cristo que reina acima dos conselhos revolucionários. Teme o joelho dobrado em oração porque sabe que esse é o gesto mais subversivo contra um sistema que se quer absoluto. Onde Deus é soberano, o Estado não pode ser senhor.

 

Lembro com angústia os testemunhos da cortina de ferro: igrejas fechadas, pastores exilados, Bíblias queimadas, famílias vigiadas por orar. A fé, nesses regimes, nunca foi bem-vinda. Porque ela ensina o homem a crer no invisível, a esperar o eterno, a se curvar diante de uma autoridade que não é feita de aço, mas de glória. E isso é inaceitável para um sistema que deseja o culto do homem ao homem — ou, pior, do homem ao partido.

 

A luta, meus caros, não é só política. É espiritual. O comunismo não quer apenas tomar o pão da sua mesa — ele quer tirar a Palavra do seu coração. Não basta que você obedeça, é preciso que você adore o sistema. Não basta que você se submeta — é necessário que você negue qualquer trono que não seja vermelho.

 

Eis por que defendo a liberdade de culto como um patrimônio da dignidade humana. Eis por que afirmo, sem medo, que um povo que se ajoelha diante de Deus jamais se curvará a um tirano. Eis por que insisto que formar consciências livres é mais urgente do que formar massas obedientes.

 

Quando o Estado quer ser Deus, o evangelho se torna resistência. E a nossa fé, uma rebelião santa.

— Porque eu sei em quem tenho crido. E Ele não é o Estado.      

 

Jesiel Cruz
Articulista, Escritor e Conferencista com ampla formação multidisciplinar: Graduado em Teologia, Filosofia, Geografia e Pedagogia; Pós-Graduado em Administração Pública, Docência Superior, Sexualidade Humana e Coordenação Pedagógica. Mestre em Tecnologias Emergentes em Educação, atua como Pastor, Consultor e Professor Universitário. Membro da Academia Brasileira de Teologia de Letras e Doutor Honoris Causa em Teologia.

 

A ABTL é uma organização cultural que adveio de uma ideia inspirada, objetivando o estudo e a divulgação da cultura teológica, de forma ampla e dinâmica, compatível à evolução de um mundo moderno e globalizado.

 

A ideia de formar uma Academia Teológica partiu do Acadêmico Geraldo Magella Rosa, na época, ainda bacharelando em Teologia. Ele foi inspirado pelo Espírito Santo de Deus, quando assistia à aula do Professor Valtair Miranda. No mesmo dia procurou seus companheiros de turma, Acadêmico Sinval Elias Vieira da Silva e a Acadêmica Maria de Lourdes Machado para participarem da realização de sua vontade de fundar uma Academia.

 

Após algumas reuniões entre os três (Magella, Sinval e Maria de Lourdes), Sinval criou e propôs o nome Academia Brasileira Teológica de Letras (ABTL), sendo aceito de pronto pelos outros dois. Daí por diante, passaram a formalizar todo processo de realização.

 

Os três acordaram e o Magella convidou três de seus professores: Acadêmico Elpidio Barros Affonso, Acadêmico Raimundo do Nascimento Filho e Acadêmico Valtair Miranda a fazerem parte da fundação. Estenderam o convite à outra companheira de turma, Acadêmica Gilda Evangelista dos Santos; a outros dois teólogos: Acadêmico Olegario Rodrigues Santiago e Acadêmico Napolião José Vieira da Silva. Juntos, os nove fundaram a ABTL em 01 de agosto de 2003, tendo como Patrono: Jesus. 

 

Magella preparou o Estatuto e o Regimento Interno;

Maria de Lourdes criou o medalhão, que é o símbolo e logotipo da Academia.

Affonso criou a estola; Raimundo providenciou o registro da Academia junto aos órgãos competentes;

Gilda ajudou muitíssimo na administração.

Assim, numa sucessão de ideias e colaboração todos os nove fundadores, a ABTL se tornou uma realidade. 

 

A ABTL não está vinculada a nenhuma denominação religiosa e nem concede o seu direito de uso a ninguém de forma isolada. É regida unicamente em consonância ao seu Estatuto e Regimento Interno. Cumpre o seu objetivo promovendo sessões culturais, na certeza de contribuir para o crescimento em conhecimento teológico.

 

Novos Acadêmicos chegaram para formar Quadros de Membros: Efetivos, Correspondentes e Honorários. Será creditado a cada um de seus componentes um tributo que, por certo ficará perpetuado pelo bom legado deixado.  



 

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Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar.  (Habacuque 2:14)

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Falo como quem vive entre livros e mapas, entre pensamentos e afetos. Sou teólogo por vocação, filósofo por inquietação, geógrafo por fascínio ao espaço humano, e pedagogo por paixão ao despertar de consciências. E talvez seja por esse entrelaçamento de saberes que minha alma arde quando vejo, nas entrelinhas da história, um inimigo que se disfarça de bem coletivo, mas que sempre que se instala, planta a morte da liberdade — inclusive, e principalmente, a liberdade de crer.

 

O comunismo não odeia a fé por acaso. Ele a teme. Teme o altar que não é o palanque. Teme o Cristo que reina acima dos conselhos revolucionários. Teme o joelho dobrado em oração porque sabe que esse é o gesto mais subversivo contra um sistema que se quer absoluto. Onde Deus é soberano, o Estado não pode ser senhor.

 

Lembro com angústia os testemunhos da cortina de ferro: igrejas fechadas, pastores exilados, Bíblias queimadas, famílias vigiadas por orar. A fé, nesses regimes, nunca foi bem-vinda. Porque ela ensina o homem a crer no invisível, a esperar o eterno, a se curvar diante de uma autoridade que não é feita de aço, mas de glória. E isso é inaceitável para um sistema que deseja o culto do homem ao homem — ou, pior, do homem ao partido.

 

A luta, meus caros, não é só política. É espiritual. O comunismo não quer apenas tomar o pão da sua mesa — ele quer tirar a Palavra do seu coração. Não basta que você obedeça, é preciso que você adore o sistema. Não basta que você se submeta — é necessário que você negue qualquer trono que não seja vermelho.

 

Eis por que defendo a liberdade de culto como um patrimônio da dignidade humana. Eis por que afirmo, sem medo, que um povo que se ajoelha diante de Deus jamais se curvará a um tirano. Eis por que insisto que formar consciências livres é mais urgente do que formar massas obedientes.

 

Quando o Estado quer ser Deus, o evangelho se torna resistência. E a nossa fé, uma rebelião santa.

— Porque eu sei em quem tenho crido. E Ele não é o Estado.      

 

Jesiel Cruz
Articulista, Escritor e Conferencista com ampla formação multidisciplinar: Graduado em Teologia, Filosofia, Geografia e Pedagogia; Pós-Graduado em Administração Pública, Docência Superior, Sexualidade Humana e Coordenação Pedagógica. Mestre em Tecnologias Emergentes em Educação, atua como Pastor, Consultor e Professor Universitário. Membro da Academia Brasileira de Teologia de Letras e Doutor Honoris Causa em Teologia.